Professores de Lauro de Freitas reclamam falta de pagamento de benefício; prefeitura justifica

Os professores e demais servidores da educação da rede municipal de Lauro de Freitas (Região Metropolitana de Salvador), estão de férias mas sem dinheiro do período. A informação foi denunciada pelo sindicato que representa a categoria e confirmado pela Prefeitura de Lauro de Freitas, através de nota.

A reclamação dos professores é pela falta de pagamento do benefício de um terço do valor do salário que deve ser pago, de acordo com a lei, no momento da concessão do período de férias.  De acordo com o ASPROLF, sindicato que representa a categoria, a prefeitura declarou estar sem dinheiro!’ O curioso é que o 1/3 de férias, é um valor previsto para pagamento, e pelo discurso do governo, não houve planejamento para tal. Enquanto isso os mais de 3 mil trabalhadores seguem com a vida financeira prejudicada.

O #AgoraNaBahia foi em busca de explicações da prefeitura de Lauro de Freitas sobre a reclamação e recebeu, através da assessoria de comunicação, uma nota confirmando o atraso e justificando a falta de repasse de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização (FUNDEB). A nota também informa que os profissionais da educação já foram informados do problema, através do presidente da Astrolf.

Veja a nota,mia integra:

ESCLARECIMENTO

A Prefeitura de Lauro de Freitas esclarece que o pagamento referente a 1/3 de férias da Educação está diretamente ligado ao recebimento dos recursos do FUNDEB- Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, que historicamente ocorre a partir do dia 20 de janeiro. O município está aguardando o repasse para poder efetuar o pagamento. Essas questões já foram informadas ao presidente da Aspolf, Valdir Silva. Mais que isso, elas são de amplo conhecimento de todos. A Prefeitura destaca ainda que a tabela de pagamento desde 2010 mostra que não há uma data específica, exatamente em função dessa dependência.

A categoria já sinalizou que se todos esses impasses que prejudicaram o normal funcionamento da rede em 2017 perdurarem também agora, o ano letivo de 2018 pode começar com indicativo de estado greve.

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