“Perder um Filho: Castigo ou Benção”tem dia de autógrafos nesta quinta(25)

Mãe receberá amigos em dia de autógrafos do livro que conta a história de sua filha.

A emoção toma conta da Igreja de São Pedro – Praça da Piedade, nesta quinta-feira, 25, até as 16h, com a publicitária Claudia Vitti, mãe da Dra. Viviane Mendonça Vitti, reunindo amigos para o dia de autógrafo do livro “Perder um Filho: Castigo ou Benção”.

Lançado no último dia 18, o livro, que tem autoria da escritora Catarina Maria Vitti Pinhat, conta a história da morte de sua sobrinha, a Dra. Viviane Mendonça Vitti, de 25 anos, que sofreu um acidente automobilístico em maio de 2017, nas proximidades de Salvador-Ba. “Viviane sempre foi um grande orgulho para a família Vitti. Pela honradez dos seus valores pessoais, religiosos e profissionais, sugeri que esta história se tornasse pública pela edição de um livro, tornando-se um veículo de autoajuda e revisão de valores”, explica Catarina Vitti.

Prestando todo apoio para a elaboração da obra, Claudia Vitti – mãe de Viviane, uniu-se à sua cunhada traduzindo os fatos, buscando amenizar a dor da perda e contando a história da médica. “A motivação para escrever este livro surgiu de uma experiência singular que tenho vivido dia a dia, após a partida precoce de minha filha. Descobri que o amor vivido e cultivado em família não termina após a morte. Ele é eternizado”, explica Cláudia Vitti, responsável pelo dia de autógrafos.

O livro

O livro conta a história de Dra. Viviane Vitti, filha de Cláudia que, desde a infância revelava um comportamento exemplar de carinho, respeito e humildade. A autora, Catarina, narra que ela cresceu com os valores cristãos e sempre desempenhou as atividades escolares com dedicação e afinco, até formar-se em medicina. Como médica da família, no distrito de Palame/Esplanada-Ba, ganhou notoriedade pregando medicina humana em uma região muito carente de recursos. O livro traz trechos que mostram a dor da perda da família, a conexão da médica com a comunidade que trabalhava (que no seu sepultamento dispuseram de recursos próprios para alugar um micro-ônibus e se despedir da médica), condicionando apoio à família.

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