Baianos resistem à doação de órgãos, mas campanha quer mudar os números

Desconhecimento de algumas ações são apontados como causa da negativa de doações

Falta de conhecimento do processo de declaração da morte do paciente e dos protocolos definidos pelo Ministério da Saúde, além de impedimentos por questões religiosas são apontados como algumas das causas do baixo índice de transplantes na Bahia. Ainda assim, a quantidade de doadores de córneas saiu de menos de 50 para mais de 70 em junho passado, aqui no estado.

Os dados foram divulgados, com exclusividade ao #AgoraNaBahia, pela coordenadora do setor de transplantes da Secretaria de Saúde do Estado, Rita Pedrosa, nefrologista com 27 anos de experiência, há seis meses contratada pelo Governo da Bahia para repetir aqui, o mesmo trabalho que fez em Minas Gerais, onde garante ter praticamente zerado a fila de transplante de córneas.

O trabalho é feito através da conscientização, explicou a nefrologista que segue procedimentos adotados na Espanha, onde ela trabalhou. Aqui, Pedrosa enfrenta o desafio de reverter os números: cerca de 70 por cento dos baianos dizem não à doação de órgãos de ente queridos, contra 30 por centro de estados como o Rio Grande do Sul e até 15 por cento de países avançados.

Como isso pode ocorrer e a forma como as famílias são abordadas, estão nessa entrevista com Rita Pedrosa, que também está preocupada com transplantes de rins e fígado, enquanto o estado se organiza para retomar os transplantes de coração.

Veja entrevista completa, clicando AQUI.

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